Apresentação

Grupo de Pesquisa

História da Experimentação no Cinema e na Crítica

Ano de formação: 2005
Líder do grupo: Rubens Luis Ribeiro Machado Júnior
Instituição do grupo: Universidade de São Paulo – USP
Unidade: Departamento de Cinema Rádio e Televisão

Iniciado em 2005 com seminários intermitentes de orientandos e pesquisadores visitantes, e propondo anualmente as “Jornada de História da Crítica” (desde 2010), o Grupo tem por objetivo compor um quadro historiográfico do cinema experimental -sobretudo no Brasil- relacionando-o à história da crítica. Para tanto se concentra na análise de diferentes variantes do cinema experimental, que se conceberá de modo abrangente, incluindo suas diferentes acepções, tantas quantas puderem ser assim interpretadas: cinema de invenção, de vanguarda, de poesia, de artista, marginal, militante, independente, amador, vídeo-arte, primitivo etc. Para conhecer tal história se encontra ainda hoje dificuldade de acesso a cópias, além de uma filmografia pouco mapeada em vários lugares, épocas, aspectos e vertentes. Encontram-se bibliografia e debates do maior interesse sobre certos momentos, autores e movimentos -“Limite” de Mário Peixoto, o Cinema Novo, o Marginal. Os anos 1970 configurariam certo apogeu dessa produção, ao menos quantitativamente. E não tem sido vista desde então, quando foi por seu turno muito pouco vista, foi só em sessões alternativas, alguns festivais de modo atomizado, e depois disso não mais. Nem público cinéfilo ou de especialistas, pesquisadores. Portanto, é difícil essa tarefa de falar sobre algo que ainda não está incorporado ao debate, não possui abordagens comparativas, algo sequer recenseado sistematicamente, quanto mais historiado e criticado, reverberado por alguma fortuna crítica. Também se considera o cotejamento desse corpus a filmografias internacionais, assim como o seu estudo interdisciplinar, fundado em análise imanente e estudo estético das obras. Segundo o caso procuram-se os vínculos com diferentes áreas de conhecimento: arte, ciências humanas, comunicação, urbanismo etc. Sobretudo os fundamentos e a história da crítica se fazem necessários nesta pesquisa, pois permitem verificar a cada passo os critérios de interpretação e legitimação dos filmes.

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